terça-feira, 18 de outubro de 2011

Você consegue viver sem internet?

Segundo uma pesquisa americana, a maioria das mães não consegue ficar mais de um dia sem navegar na web


Falar com os amigos, tirar dúvidas, ler notícias e buscar informações do seu interesse. Tudo isso em casa, entre uma soneca e outra que seu filho tira, sem atrapalhar a rotina. Para descobrir a importância da internet na vida das mães, o grupo americano Parenting, que publica as revistas Parenting e Babytalk, do mesmo segmento que CRESCER, realizou uma pesquisa com mais de mil mães.

Mais de 70% delas não consegue ficar mais de um dia sem usar a internet enquanto para 40% ficar sem navegar na web por apenas algumas horas já é um incômodo. A pesquisa também mostrou que 79% das mães consideram o celular uma necessidade maior do que um telefone fixo. É na internet que as mães entrevistadas encontram os amigos: 81% estão no Facebook e 57% têm blogs para contar suas experiências e se comunicar com outras mães.

Assim como suas mães, a pesquisa mostrou que as crianças estão adotando os mesmos hábitos dos pais e estão aprendendo a usar as ferramentas disponíveis da internet mais cedo do que nunca. Os pesquisadores descobriram que 1 em cada 4 mães estimula a interação das crianças com o celular antes de completar 2 anos. Por volta dos 4 anos, 60% das crianças já usaram, pelo menos uma vez, o computador; 43% uma câmera digital; 32% um smartphone; 25% um iPod e 14% já usaram um tablet.

A pesquisa também quis saber como a qualidade do tempo está sendo aproveitada atualmente. O resultado revelou que o site de vídeos YouTube se tornou o principal passatempo das famílias: 45% das mães disseram que assistem vídeos com seus filhos. E se ele faz uma pergunta sobre o sistema solar, os hábitos das abelhas, – e qualquer outra coisa que seu filho queira saber – você tem boas chances de encontrar um vídeo no YouTube.

Para Elisa Camahort, do portal feminino
BlogHer, mães e pais não conseguem mais viver sem internet por todas as possibilidades que ela oferece, seja para buscar um conselho de outra mãe em um blog, manter contato com os amigos ou simplesmente se divertir. "Mas essa não pode ser a única forma de interação social", diz a psicóloga especialista em família Ana Lúcia Castello, do Hospital Infantil Sabará (SP). “Nada substitui o encontro real com os amigos e a conversa cara a cara. Pela rede, você pode estar de pijama, sentada no sofá. Pessoalmente, você tem de se arrumar e até mesmo mudar de postura, o que faz uma grande diferença para a autoestima”, completa.

Fonte: Revista Crescer

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