sábado, 30 de abril de 2011

A terrível crise nos bebês

Olá mamães,

Ana Luiza com 10 meses
Aqui em casa, estamos enfrentando a fase da birra, é um fase difícil de enfrentar, ela chora quando contrariada, se debate e joga tudo no chão, aindei lendo vários livros sobre o assunto, mas na prática é sempre complicado, o que temos feito é distrai-la e ignora-la quando possível, achei uma reportagem de uma psicopedagoga que saiu na bebê abril, espero que tirem um bom proveito. Paciência sempre, nossos anjinhos estão crescendo, isso faz parte do desenvolvimento.

Boa leitura

Raquel Fernanda


O seu bebê era um verdadeiro anjinho, mas está chegando perto dos 2 anos  parece estar encapetado? Acredite: você não é a única que passa por isso. O fenômeno é comum e tem até nome: adolescência do bebê. É quando a criança se dá conta de que é um indivíduo e luta para conquistar o seu espaço – gritando, batendo nos outros ou se jogando no chão. Cabe aos pais ter muita calma, paciência e ensinar que esse comportamento não leva a nada. Em outras palavras, estabelecer limites. Para ajudá-la a lidar com essa situação tão complicada, conversamos com a psicopedagoga Larissa Fonseca, de São Paulo.

Por Manuela Macagnan



1. O que é a chamada “adolescência do bebê”?
Larissa Fonseca: A adolescência do bebê, primeira adolescência ou os “terrible twos” – terríveis dois anos, em inglês –, como citado na literatura, é a fase em que a criança passa a se comportar de modo opositivo às solicitações dos pais. De repente, a criança que outrora era tida como obediente e tranquila passa a berrar e espernear diante de qualquer contrariedade. Bate, debate-se, atira o que estiver à mão e choraminga cada vez que solicita algo. Diz não para tudo, resiste em seguir qualquer orientação, a aceitar com tranquilidade as decisões dos pais, para trocar uma roupa, sair de um local ou guardar um brinquedo. Para completar, não atende aos pedidos e parece ser sempre do contra

2. Esse comportamento é comum em qual idade?
Larissa Fonseca: Normalmente, acontece a partir de 1 ano e meio até os 3 anos de idade.
3. Existe alguma causa?
Larissa Fonseca: A causa para esse período é simplesmente o próprio desenvolvimento natural da criança. A fase dos 2 anos de idade é um período de grandes mudanças para ela. Até então, o pequeno seguia os modelos e as decisões dos pais. Gradualmente, ele passa a se perceber como indivíduo, com desejos e opiniões próprias, e isso gera uma enorme necessidade de tomar decisões e fazer escolhas por si. Sem dúvida, isso acaba gerando uma grande resistência em seguir os pedidos dos pais. Não é exatamente uma ação consciente da criança, mas uma tentativa de atender a esse desejo interior, a essa descoberta de si como um ser independente dos pais. No entanto, ao mesmo tempo em que ela quer tomar suas decisões, ainda tem muitas dificuldades para fazê-lo, dado que ainda não tem maturidade suficiente. Ela discorda até dela mesma! Se você pergunta o que ela quer comer, naturalmente ela responderá: “Macarrão”. Mas, quando você chega com o prato de comida, ela diz: “Eu não quero isso!” Suponha que você está com pressa para ir a algum lugar. Seu filho está de ótimo humor até você dizer: “Preciso que você entre no carro agora”. Ele fará tudo, menos atender à sua solicitação. É uma fase difícil para os pais e também para as crianças. É uma experiência intensa emocionalmente e repleta de conflitos, pois, ao mesmo tempo em que a criança busca essa identidade, ela não quer desagradar seus pais – por mais que isso não pareça possível.

4. Existe alguma maneira de evitar que o bebê passe por isso?
Larissa Fonseca: Não há a necessidade de tentar evitar esse período e nem há como fazê-lo. O importante é conhecer e lidar de modo construtivo com essa fase dos pequenos.

5. Todas as crianças passam por isso?
Larissa Fonseca: Não é uma regra. Algumas crianças demonstram essas características mais intensamente do que outras.

6. Como agir quando a criança se joga no chão e grita em um lugar público, como o supermercado e o shopping?
Larissa Fonseca: Primeiramente, descarte palmadas, tapas, puxões de orelha ou qualquer outro comportamento agressivo para tentar conter uma birra. Antes de sair, converse com o seu filho e o contextualize sobre o passeio. Se for supermercado, por exemplo, diga como espera que ele aja, o que ele poderá pegar para si etc. Se forem a um restaurante, faça o mesmo, explique aonde vão, como espera que a criança se comporte e as consequências para o seu mau comportamento. Jamais ceda às manipulações, como choros, pedidos de ajuda e reclamação de possíveis desconfortos. Avise-o de que só vai conversar depois que ele se acalmar. Opte por disciplinar a criança após a birra, que é o momento em que ela está colocando para fora sua frustração e seu descontentamento. Após ela parar de fazer a birra, você se abaixa para conversar. É sempre muito importante que a criança compreenda o que fez e o porquê de sua ação. Evite dar broncas e repreender seu filho na frente de outras pessoas para que ele não se sinta constrangido e você também. Uma dica bacana para mudar o foco da birra é chamar a atenção da criança para outra situação. Mostre um objeto ou comece a falar de outro assunto. Ignorar a birra costuma dar ótimos resultados. Em lugares públicos, se a birra persistir e você estiver se sentindo constrangida, tire o seu filho do ambiente sem demonstrar irritação e sem conversar. Sua atitude mostrará desaprovação.

7. O que fazer quando o pequeno bate nas pessoas quando é contrariado?
Larissa Fonseca: Esse “bater” normalmente é a expressão do seu descontentamento, o que, no caso, não é aceitável. É importante ressaltar que as crianças, assim como nós, adultos, também ficam bravas, tristes, frustradas e chateadas – isso é natural do ser humano. Ao longo da vida, ela vai se deparar com diversas situações que despertarão esses sentimentos nelas e a infância é a melhor fase para aprender a lidar com esses sentimentos inevitáveis. Assim, se quiserem contribuir de modo positivo com o desenvolvimento emocional e psicológico dos pequenos, os pais devem parar de tentar poupá-los de situações frustrantes e passar a explicar esses sentimentos, apontando caminhos para que consigam lidar com eles. A criança não nasce sabendo a lidar com seus sentimentos, ela testa suas ações e vai construindo seus modos de agir.
Quando ela bate em alguém, imediatamente deve ser contida e, em seguida, os pais devem abaixar-se na altura da criança, olhar fixo em seus olhos e com voz firme conversar que entendem que o pequeno esteja bravo, mas que sua atitude é inaceitável. Explique que, se aquilo voltar a acontecer, haverá consequências negativas para ela, citando quais serão. Lembre-se de que essas consequências deverão ser algo possível de ser feito porque, se a criança repetir o comportamento desaprovado, você deverá cumprir o que falou.

8. E quando a criança bate com a cabeça na parede ou faz coisas para se machucar porque ouviu um “não”?
Larissa Fonseca: Em geral, as crianças recorrem a esse tipo de autoagressão como mais uma tentativa de conseguir a atenção dos adultos e, quase sempre, conseguem porque descobrem que esse comportamento provoca comoção nos pais. Por mais que possa preocupar, os pais devem manter a ideia de que “sem plateia não há show”. O ideal é conter a ação da criança sem dar atenção ou demonstrar comoção pela atitude. Você pode, por exemplo, colocar um travesseiro ou uma almofada embaixo da cabeça dele e sair de perto, ou tire o pequeno do local onde está sem conversar e coloque-o em um ambiente mais seguro. Sem conseguir chamar sua atenção com a autoagressão, a criança vai buscar outras possibilidades, como apagar e acender a luz, ligar e desligar equipamentos eletrônicos etc. Só fique atenta para a possibilidade de esse comportamento estar refletindo algum problema emocional, que, aí sim, merece a atenção dos pais.
Se a criança começar a apresentar comportamentos autodestrutivos, como se arranhar, bater em sua cabeça e puxar os cabelos, frequentemente em situações cotidianas, vale a pena consultar um especialista porque isso pode indicar uma tentativa da criança de evitar o contato com algo que esteja lhe causando angústia.

Artigo Bebe.com.br

O que fazer quando o bebê cai e bate a cabeça


Infelizmente por mais que a gente cuide e preste atenção vai chegar o dia em que nosso bebê vai cair e bater a cabeça. Isso costuma acontecer com mais freqüência por volta dos 18 meses quando o bebê já anda e começa a ficar mais ativo e independente. O que fazer nessa hora?
Segundo o Dr. Sergio Spalter, em caso de quedas e batidas na cabeça, devemos ficar atentos a algumas coisas: se a criança desmaiar ou apresentar uma alteração importante no comportamento ela deverá ser levada ao hospital.
Isso costuma ser raro, e o mais freqüente é o bebê ou criança ficar assustada e chorar, principalmente por causa da reação de nervosismo dos pais, e eventualmente vomitar. O vomito só deve ser preocupante se a criança iniciar um quadro de vômitos freqüentes. O principal é acalmar a situação e observar a criança. Podemos colocar gelo no local da batida e a seguir, pomada de arnica. Isso ajuda o local a não ficar muito inflamado. Se após algum tempo a criança ficar bem, nada mais a fazer.
Procurar auxílio médico se após a batida:
-houver alteração do comportamento normal da criança
-iniciar quadro de vômitos freqüentes
-choro ou irritabilidade constante
Obs: Devemos ficar mais atentos no caso de a criança ter menos de um ano, por ser eventualmente mais difícil perceber variações de comportamento.

material do site: http://www.dicasdemae.com.br/

Espero ter ajudado

Raquel Fernanda

Como escolher o pediatra do seu filho

Confira 10 dicas importantes que você precisa levar em conta na hora de tomar essa decisão

ShutterstockQuem vai cuidar da saúde do seu filho? Essa é uma dúvida que pode ser esclarecida antes mesmo da criança nascer. Você pode visitar alguns médicos simplesmente para bater um papo e ter uma ideia de como será o futuro. Não que seja obrigatório, mas essa atitude pode ajudar a formar um vínculo de confiança entre vocês. No entanto, você vai saber se a escolha que fez foi a mais correta somente quando as consultas começarem. Abaixo, confira 10 dicas que vão te ajudar na escolha do profissional.
1- Empatia
Tem de acontecer na primeira consulta. Significa sentir que o médico entra em sintonia com você no seu novo papel de mãe. Um sinal negativo é ele se fixar apenas em perguntas sobre o histórico de doenças na família e no exame do bebê. Um positivo é ele também querer saber da sua gravidez, do parto, sobre o ambiente em que vive o bebê, os primeiros dias com ele em casa e como anda a amamentação.
2- Tempo da consulta
A primeira costuma ser mais demorada que as demais, mas o importante é o pediatra sempre demonstrar interesse pela criança. Não só quanto ao aspecto clínico. Como regra, lembre-se de que uma consulta de qualidade leva tempo para ser feita. O bom médico situa a mãe sobre a fase do desenvolvimento em que está o bebê e antecipa futuros comportamentos.
3- Disponibilidade
Poder encontrar o médico a qualquer hora e em qualquer lugar com certeza deixa os pais mais tranqüilos, mas é preciso contar com o imprevisto – seu pediatra deve ter um profissional de confiança para substituí-lo se for necessário.
4- Rapidez no retorno
Ela reflete a atenção do médico com o paciente e é importantíssima em uma situação de emergência. Só que nem sempre é possível ter um retorno imediato. Uma boa política para você se entender com o pediatra nessa questão é deixar recados claros e objetivos para que ele avalie a urgência do caso. 
5- Atrasos na consulta
Não pode ser regra nem por sua parte nem pelo médico, porque o tempo de tolerância de espera da criança é pequeno. Para evitar transtornos, o ideal é você e o pediatra avisarem um ao outro de atrasos e, se preciso, desmarcarem a consulta.
6- Sem dúvidas
Não dá para ir embora do consultório sem entender tudo direitinho. Você pode – e deve – perguntar até se sentir esclarecida. Não tenha medo de pedir explicações. Um profissional impaciente não é o melhor parceiro nesse caso. Nem aquele que se mostra ofendido se você anuncia que prefere ter uma segunda opinião em determinada situação.
7- Segurança
Alguns pais questionam se é melhor o pediatra ter filhos, por achar que seus anseios serão mais bem compreendidos. Outros têm receio do médico jovem, com pouca experiência, ou do muito idoso, pelo risco de não ser atualizado. A indicação de amigos ajuda a tirar essas dúvidas, mas o importante é você se sentir segura.
8- Consultório
Na sala de espera do médico é importante ter brinquedos. Primeiro para distrair a criança, depois porque o profissional pode usar os brinquedos para observar como ela se comporta.
9- Você acertou
Se seu filho está saudável, vai bem na escola e em casa, esse é um bom indício de que ele está com o médico certo.
10- Insegura com a escolha?
Se você ainda tem dúvidas sobre o pediatra escolhido, não se preocupe. Mudar de médico é normal e não traz nenhum prejuízo para a saúde do seu filho. Procure o quanto for preciso, converse com outros profissionais e peça mais indicação.
Consultoria: pediatra Jayme Murahovschi, presidente do departamento de Pediatria Ambulatorial da Sociedade Brasileira de Pediatria, e pediatra Sandra de Oliveira Campos, professora do departamento de Pediatria da Universidade Federal de São Paulo.

Material da Revista Crescer

Otite afeta 1 em cada 5 crianças que ficam resfriadas

Estudo americano revela, ainda, que em muitos casos não é preciso medicar a criança com antibiótico. Confira

 ShutterstockUma em cada cinco crianças com resfriado desenvolvem infecções de ouvido. Apesar de esse número ser de um estudo americano, o que se observa nos consultórios no Brasil sugere que a estatística seja parecida, segundo Fabrizio Romano, otorrinolaringologista infantil do Hospital Sabará (SP).

A pesquisa, publicada no jornal científico The Pediatric Infectious Disease Journal, foi feita com 294 crianças entre 6 meses e 3 anos. Os especialistas observaram que 22% delas desenvolveram otite média durante a primeira semana de infecção respiratória.

O diagnóstico da doença é feito com base nos sintomas da criança, como febre e dor de ouvido, e no aspecto do tímpano e ouvido médio. Ou seja, se há secreção mais fluida ou pus. É a partir desse quadro que o especialista vai avaliar o melhor tratamento. E esse é outro ponto destacado no estudo. Não são todos os casos de infecção de ouvido que sugerem o uso de antibióticos.

Das 28 crianças com otite, 24 melhoraram sem antibióticos, quatro pioraram e três precisaram tomar a medicação. Em casos mais leves, é possível usar remédios apenas para amenizar os sintomas e antiinflamatórios. Mas o cuidado deve ser ainda maior. “Os pais de crianças que não tomam antibiótico precisam ficar atentos na evolução da doença, porque a chance de a infecção se agravar é maior. Febre persistente e vermelhidão no osso atrás da orelha sugerem complicação, e a criança deve passar por nova consulta”, diz Fabrizio. Vale lembrar que quem vai avaliar a necessidade ou não de usar qualquer medicamento é o pediatra.

O especialista afirma, ainda, que esse tipo de otite é mais comum em crianças pequenas, até 2 anos. Isso porque o canal que liga o ouvido ao fundo do nariz é mais curto e horizontal, facilitando a entrada de bactérias. O que ajuda a diminuir a incidência da infecção é fazer a higiene do nariz (porta de entrada de vírus e bactérias) com soro fisiológico. “Em geral, a criança nessa faixa etária pode ter uma ou duas infecções no ouvido por ano – mais do que isso é preciso investigar. Mas não é preciso se preocupar. Faz parte do desenvolvimento”, afirma Fabrizio.


Artigo Revista Crescer

O bebê e os pets

Pode ser gato, cachorro, papagaio, peixe, periquito, não importa. A convivência da criança com um animal de estimação é um verdadeiro ensaio para lidar com a vida.
Quando traz o bebê para casa, os outros membros da família não são os únicos que devem  sofrer com essa transição, os seus animais de estimação também vão ter de passar por um período de adaptação. Animais dóceis, porém não acostumados a dividir, podem se tornar ciumentos e agir em sentido de proteção territorial.
O que podemos fazer é convidar parentes e amigos com filhos pequenos a visitar a nossa casa antes da chegada do bebê, isso permitirá ver a reação do seu bichinho com a presença da criança.
Lentamente ir apresentando o bebê ao seu animalzinho. Dê bastante atenção ao seu bichinho e faça um esforço para manter a rotina dele. Será importante passear com ele, pois os cães, por exemplo, necessitam disso. Devemos fazer isso antes do beber nascer, criar uma rotina e segui-la quando o bebê nascer.
Alguns animais tendem a ter um comportamento amigável, enquanto outros são mais agressivos. Entretanto um animal dócil pode se tornar perigoso e agressivo da mesma forma que um animal de raça violenta pode se tornar um grande companheiro do bebê. Esteja sempre alerta ao comportamento do seu animal. Se tiver dúvidas não deixe sozinho com a criança. E contate um médico veterinário para informações mais detalhadas.
A revista Crescer de Outubro de 2010 edição número 203, fez uma matéria sobre a relação dos animais de estimação e as crianças. Resumidamente irei colocar 10 razões para você ter um animal de estimação.

  • Aumenta o senso de responsabilidade,
  • Facilita a socialização,
  • Fortalece o sistema imunológico,
  • Previne alergias,
  • Trabalha a auto estima,
  • Torna seu filho mais inteligente,
  • Desenvolve a capacidade afetiva,
  • Reduz o estresse
  • Incentiva a fazer exercícios,
  • Ensina sobre a morte.

Ana Luiza e Freud
Cachorros, gatos e crianças têm tudo para ser melhores amigos. Mas, como toda nova relação, ela pode ser meio tensa no início. Basta fazer as coisas com calma e respeitando tanto o bicho quanto o seu filho, para que ela dê muito certo.


Raquel  Fernanda


sexta-feira, 29 de abril de 2011

Música linda de Fernandinho - Yeshua

Bebês podem comer chocolate?

A Páscoa é uma grande celebrçao para os cristãos do mundo todo por representar Vida Nova e Esperança. Desse modo, as crianças podem ser vistas como um dos principais símbolos desse período.
Mesmo com pouca idade é bom estimular seu bebê a participar dessa festa, assim eles terão a oportunidade de entrar em contato com personagens imaginários e estórias envolventes que ajudam a desenvolver a imaginação. Além disso, faz com que se sintam membros ativos, participantes e integrados ao fatos importantes na história da sua família e contribuem para a formação de uma personalidade cristã.
Além do significado religioso há ainda muita magia e encanto envolvendo esse momento! O coelhinho da páscoa os ovos de chocolate, a alegria e o charme dessa data envolvem nossos pequenos em um mundo muito encantador.
Entretanto, devemos lembrar que é preciso ter cautela na hora de ofertar chocolate para os nossos bebês, pois devido ao elevado teor de gordura os chocolates são de difícil digestão e podem ocasionar distúrbios gastrointestinais e alergias nos pequenos.
Para evitar esses probleminhas veja algumas dicas que reunimos para que toda a família possa celebrar a Páscoa com tranquilidade:
  • Crianças diabéticas podem comer ovo de páscoa diet, mas também devem ter moderação devido à grande quantidade de gordura.
  • Crianças com intolerância à lactose só devem consumir ovos de páscoa a base de soja (sem lactose).
  • Bebês menores de 1 ano não devem consumir chocolate. Nessa fase há um maior risco de desenvolver alergias alimentares que geram um grande desconforto para a criança;
  • Após o primeiro aninho já é possível comer um pouquinho, mas evite excessos;
  • Para crianças com menos de 1 ano o ideal é presenteá-las com lindos coelhinhos de pelúcia. Os bebês vão se divertir muito.
Fonte site:Conhecendo seu bebê

Vídeo incrível sobre a vida no ventre

Vídeo incrível sobre a vida no ventre, uma produção reveladora que mostra o útero materno e que consegue captar, em primeiro plano, as mudanças e as sensações experimentadas pelo feto.
Mundo no ventre

Clique:Mundo Fox- Mundo no Ventre

Eu assisti várias vezes quando estava grávida da Ana Luiza

Espero que gostem

Raquel Fernanda

Dicas para criar filhos mais felizes

Fiz uma pesquisa sobre como poderia ser uma mãe melhor para minha filha, queria saber como cria-la da melhor forma possível, e depois de ler muito e vivenciar algumas experiência cheguei a conclusão que não existe fórmula, é claro que eu já sabia disso, era só pra constar, reuni aqui dicas, vai de cada um fazer o que acha adequado.


  • Equilíbrio é Essencial .

  • A ciência mostra que tão importante quanto demonstrar afeto é a capacidade de o adulto ter controle sobre o estresse e manter um bom relacionamento com o cônjugue. Manter uma relação conturbada pode ser muito prejudicial.


  • Administrar o estresse, praticar técnicas de relaxamento, investir em terapia melhora a capacidade de entender e cuidar melhor as crianças.

  • Apoiar os filhos e entender como pessoas com ideias e gostos próprios e respeitar as diferenças.


  • Estimular os filhos a serem independentes e autônomos. Ensiná-lo a amarrar seus próprios sapatos, deixá-los escolher as roupas que iram vestir. Assim que puderem deixar se uso de fraldas, chupetas e mamadeiras.

  • Acompanhar a aprendizagem.

  • Ajudá-los quanto às questões da vida, conversar sobre problemas delicados;  sexo, drogas, morte. Prepará-los para vida.


  • Observar o comportamento, reforçar positivamente as boas atitudes e recorrer ao castigo quando não houver outro meio. Palmas não ensinam. A não ser temer o maior, o mais forte ou o mais poderoso. Elas também  ensinam que o comportamento agressivo é tolerável, e de quem se espera amor pode vir pancada e agressão, que a força bruta é mais importante que a razão e o diálogo.

  • Apoiar e incentivar a prática da espiritualidade, com isso desenvolverá melhor a preservação da natureza, a respeitar o outro, diminuindo o preconceito e a intolerância.


  • Praticar bons hábitos de saúde, estimular atividades físicas, de higiene e alimentação.

  • Manter-se alerta sempre é fundamental para segurança, proteger os filhos e evitar atividades perigosas.


  • Amamentar no peito o máximo possível, o vínculo criado entre a mãe e o filho durará a vida inteira, mães que puderem amamentar devem transmitir esse afeto atrás da mamadeira.

  • Ensinar que os direitos são iguais para todos, que existem outras pessoas no mundo.


  • Dizer sim sempre que for possível e não sempre que necessário.

  • Dar o exemplo (senão quer que seu filhos fale palavrões, não  fale também ). 


Com  muito amor, boa vontade e um pouco de prática conseguiremos criar filhos mais felizes. Espero poder contribuir.Que Deus nos ilumine sempre.


Raquel Fernanda


Como manter um casamento

Manter um casamento nos dias atuais não é uma tarefa simples, esse artigo fala sobre o assunto de forma clara. Vale a pena ler.

Raquel Fernanda
 

Quando Deus oficiou o casamento de nossos primeiros pais, Adão e Eva, estabeleceu um plano para todos os casais. Gênesis 2:24 conta: “... deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne.” A união do casamento seria a mais íntima de todas as relações humanas. Por ela, marido e mulher se tornam uma só carne. “Porque ninguém”, argumenta Paulo, “jamais odiou a sua própria carne, antes a alimenta e dela cuida”. E , escreveu mais: “Quem ama a sua esposa, a si mesmo se ama” (Efésios 5:28 e 29).
O casamento é uma união de amor. Foi instituído para satisfazer o profundo anelo implantado na alma pelo Deus de amor – o desejo de dar e receber amor.
O amor é oposto ao egoísmo. O egoísmo pensa em si mesmo, busca os seus próprios interesses, busca só receber. Infelizmente muitos casam por motivos egoístas: querem só a sua vontade e o seu prazer satisfeitos. Por isso, casamentos desse tipo nunca são felizes e acabam rapidamente.
O amor conjugal deve ser nutrido, fortalecido. Ele deve crescer sempre. A sua chama deve se tornar cada vez mais viva. E isto não vem por acaso. Requer planejamento, requer esforço – incessante esforço através da vida íntima. Alguém disse acertadamente que a vida conjugal é uma escola na qual nunca nos graduamos.
No programa de hoje quero apresentar algumas dicas para manter o casamento. A primeira delas é o reconhecimento de cada um dos cônjuges no lar. No plano de Deus o marido é o chefe da família. Deve ser honrado como tal pela esposa e pelos filhos. Mas a esposa é a rainha do lar. E deve estar ao lado do marido na direção do lar.

Uma segunda dica para manter o casamento é a fidelidade mútua. O casamento é uma união sagrada e requer estrita fidelidade do marido à mulher, e da esposa ao marido. A ordem é clara: “Não adulterarás” (Êxodo 20:14). Essa total dedicação de um ao outro gera confiança e nutre o amor. Inversamente, a infidelidade, seja do homem, seja da mulher, suscita ciúme, ressentimento.
Já a terceira dica é o esforço de adaptação mútua. Passados os primeiros dias após o casamento, e iniciada a vida real, começam a aparecer as fraquezas de ambos. O marido vê na mulher pontos negativos com que talvez não sonhasse; e a esposa também vê no marido defeitos que não imaginava... Aí é preciso compreensão, apoio e a busca para valorizar as qualidades, ajudando na superação dos pontos negativos.
A quarta dica para manter o casamento é a expressão do amor. Na vida conjugal o amor deve ser expresso por palavras – palavras de apreço pelos esforços do marido, da mulher; palavras em que o amor mútuo é assegurado. Alguns pensam que o companheiro da vida sabe que é amado e não é preciso dizer para o outro. Outros julgam que a expressão de amor é uma demonstração de fraqueza.
O amor deve ser expresso por atos, aliviando cada qual o dardo do outro. As primeiras atenções, dispensadas com tão grande satisfação na fase do namoro e noivado, deveriam continuar após o casamento. Se a noiva ou namorada merecia atenção, muito mais digna disso é a esposa.
Um presente de vez em quando é uma demonstração de amor correspondido pelo outro lado com um afeto mais profundo. Nisso não é necessário gastar o salário do mês. Até uma bonita flor, se dada com sinceridade, produz o seu efeito. Alguém disse que o amor da esposa floresce como uma flor. E o tempo de fazer isso é enquanto ela vive. De nada valerá, depois da morte, encher o seu caixão de flores e amontoar coroas sobre o seu túmulo.
Uma quinta dica para manter o casamento é dar a Deus um lugar na vida do casal. O verdadeiro triângulo amoroso é formado pelo marido, pela esposa e por Deus. Quanto melhor o nosso relacionamento com Deus, tanto melhor será o nosso relacionamento com o companheiro da vida.
Deus deve ser o centro da nossa vida, o Objeto de nosso supremo amor. A vontade dEle deve vir em primeiro lugar e deve ser feita com alegria. Então, da divina fonte de toda boa dádiva, receberão, marido e mulher, aquele amor desinteressado e puro, que une, que enobrece, que faz feliz e bela a vida conjugal.
No capítulo intitulado “O Segredo de Um Matrimônio Feliz”, do livro “A Ciência do Bom Viver”, lemos: “Só em Cristo é que se pode com segurança entrar para a aliança matrimonial. O amor humano deve fazer derivar do amor divino os seus laços mais íntimos. Só onde Cristo reina é que pode haver afeição profunda, verdadeira e altruísta.”
Amigo ouvinte, Deus instituiu o casamento para que fosse uma bênção. Aqueles que preenchem essas condições possuirão o precioso bem de uma união conjugal venturosa.
Se estou falando neste momento a um casal que não é feliz, gostaria de dizer, terminando: embora possam surgir dificuldades, perplexidades, nem o marido nem a mulher devem abrigar o pensamento de que sua união é um erro ou uma decepção. Que cada um resolva ser para o outro tudo que é possível. Continuem, relembrem as primeiras atenções e gestos de carinho. Que um anime o outro nas lutas da vida. Procure cada um promover a felicidade do outro. Haja amor mútuo e muita paciência. Então, o casamento, em vez de ser o fim do amor, será como que seu começo. O calor da verdadeira amizade, o amor que liga coração a coração, é uma amostra das alegrias do céu.

Pastor Montano de Barros
Site: Jesus Voltará

Divórcio- Como ficam os filhos?

Deus nos criou e designou o casamento e a família como a mais fundamental das relações humanas. Em nosso mundo de hoje em dia, vemos famílias atormentadas pelo conflito e arrasadas pela negligência e o abuso. O divórcio tornou-se uma palavra comum, significando miséria e dureza para os múltiplos milhões de suas vítimas. Muitos homens jamais aprenderam a ser esposos e pais devotados. Muitas mulheres estão fugindo de seus papéis dados por Deus. Pais que não têm nenhuma idéia de como preparar seus filhos estão assim perturbados pelo conflito com seus rebentos rebeldes. Outros simplesmente abandonam seu dever, deixando filhos sem qualquer preparação ou provisão.
Para muitas pessoas, hoje em dia, a frase familiar e confortadora "Lar, Doce Lar" não é mais do que uma ilusão vazia. Não há nada doce ou seguro num lar onde há o abuso, a traição e o abandono.
Haver  uma solução? Poderemos evitar tais tragédias em nossas famílias? Poderão os casais jovens manter o brilho do amor e do otimismo décadas depois de fazerem os votos no casamento? Haverá esperança de recuperação dos terríveis erros do passado?
A resposta para todas estas perguntas é SIM! As soluções raramente são fáceis. A construção de lares sólidos não acontece por pura sorte. Somente pelo retorno ao padrão de Deus para nossas famílias poderemos começar a entender as grandes bênçãos que ele preparou para nós em lares construídos sobre a rocha sólida da sua palavra.

 Leia mais sobre:  O Propósito de Deus para a Família

Mas afinal como ficam os filhos após a separação dos pais?? Concordo com tudo que essa terapeuta escreveu em uma matéria, por experiência própria como filha de pais separados.


Raquel Fernanda



A separação dos pais faz muito mal às crianças e deixa uma marca ou estigma que elas carregarão pelo resto da vida.

1. A adolescência começa mais cedo.

2. Nas meninas, a iniciação sexual costuma ocorrer antes do recomendável.

3. Elas(es) tende a desenvolver por conta própria seus conceitos de moralidade.

4. Os filhos mais velhos tendem a cuidar dos irmãos mais novos, como se fossem adultos.

5. Sofrem mais depressão e apresentam maiores dificuldades de aprendizado que os provenientes de famílias intactas.

6. Para uma criança, a vida pós-divórcio é incrivelmente difícil. Ela (ele) se sentem abandonados(as), marginalizados (as).
“O dia em que meus pais se divorciaram foi o dia em que minha infância acabou”. (Testemunho de uma criança).

7. As discussões dos pais afetam os filhos, tem efeitos de longo prazo, até a vida adulta.

8. A imagem negativa do casamento leva-os a fazerem péssimas escolhas de parceiros ou a fugir de compromissos. 40% deles não conseguem casar-se quando atinge a idade adulta.

9. O trauma da separação de seus pais faz com que vivam sozinhos. Não valorizam o amor, a fidelidade e o companheirismo. Têm dificuldade em lidar com seus sentimentos e traduzi-los na construção de uma vida a dois.

10. O raciocínio da criança diz: “Se eu não existisse, meus pais não estariam brigando”. Nasce um sentimento de culpa muito forte.

11. Quando o pai ou a mãe arruma namorado, cai por terra a esperança infantil de que um dia eles poderão voltar a ficar juntos.

12. É difícil para uma criança adolescente aceitar sem reservas o novo marido ou a nova mãe. Estes substitutos são vistos como próteses. São curativos para uma ferida que nunca cicatrizará.


Judith S. Wallberstein
Terapeuta USA

Quando meu filho vai dormir a noite toda?

O assunto sobre o sono é algo que me interessa muito, até hoje(minha bebê esta com 11 meses) ela não dormiu a noite inteira, acorda pra mamar a noite e volta a dormir, eu já segui todos os conselhos possíveis, mas nada dela dormir a noite toda, na prática as coisas são diferentes, e  isso varia muito de cada bebê, da rotina e etc. Mas para mães com mais "sorte" que quiserem testar, segue algumas dicas.

Raquel Fernanda


Estudo diz que isso vai acontecer em poucos meses. Confira

 ShutterstockQual pai ou mãe, logo que chega em casa com o bebê da maternidade, não tem a sensação de que nunca mais vai dormir como antes? Se você está passando por isso, uma pesquisa comprovou o que nesse momento é difícil acreditar: seu filho provavelmente vai dormir a noite toda em poucos meses.

Um estudo realizado por pesquisadores da University of Canterbury, na Nova Zelândia, envolveu pais de 75 crianças que preencheram um diário sobre o sono do filho durante seis dias por mês, do nascimento aos 12 meses. Os resultados mostraram que aos 5 meses 50% das crianças eram capazes de dormir entre 22h e 6h. Animador, não?

É preciso lembrar, no entanto, que o padrão de sono varia de criança para criança. Enquanto umas dormem o regulam mais rápido, outras demoram um pouco mais.
A pediatra Márcia Hallinan, do Laboratório do Sono da Universidade Federal de São Paulo, preparou um lista de situações que você, provavelmente, já enfrentou. Para que os pequenos aprendam a dormir, ela explica que é necessário rotina, ajuste de horários e paciência, muita paciência. Os exemplos abaixo podem ser aplicados eventualmente, portanto, evite-as:


>> ninar bebê no colo diariamente (o correto é colocá-los na cama ou berço e ler por uns 15 minutos ou cantarolar embalando-o pelo mesmo tempo);

>> nada de perambular com a criança pela casa no carrinho de bebê, ou colocar no bebê-conforto lugares esquisitos, como sobre a máquina de lavar (ninguém precisa ser chacoalhado para pegar no sono. Dê uma fraldinha, que ele se auto ninará);

>> nada de passear de carro com o pretexto de fazer a criança dormir;

>> não ofereça mamadeira ou chá a cada choramingo, elas só podem existir se fizerem parte do ritual;

>> pode ser uma delícia, mas não é correto ficar abraçados, lendo até eles dormirem. Você deve deixar o quarto deles quando estiverem sonolentos, mas ainda acordados. Eles devem perceber que estão sozinhos, para não se assustar quando despertarem no meio da noite;

>> nada de inventar situações negativas em relação ao sono, como bicho-papão;

>> atenção: berço não é lugar para castigo!

Artigo Revista Crescer

7 dicas para voltar ao trabalho e continuar amamentando

Dicas valiosas para quem retorna ao trabalho mais quer continuar amamentando. 


Raquel Fernanda




A ansiedade pode bater e é normal. Mas algumas medidas podem ajudar você a voltar à ativa e garantir o aleitamento
  Ana Paula Pontes

 ShutterstockDepois daquele seu receio inicial se conseguiria amamentar, os meses passam e o aleitamento se torna algo mais fácil. Então, você se depara com os dias de volta ao trabalho se aproximando e bate aquele aperto no peito se manter a amamentação será mesmo possível. Fique tranquila! Em primeiro lugar, converse com o pediatra do seu filho para ele orientar sobre a alimentação do bebê. Para as mães que têm o direito à licença-maternidade de 6 meses, nessa mesma fase, o período de aleitamento exclusivo termina, e a criança já começa a experimentar novos sabores. Saiba que com um pouquinho de organização e preparação alguns dias antes vai dar tudo certo.


A retirada
Você tem três opções: manual, bombinha manual e elétrica. Não há um jeito mais eficaz, e sim aquele ao qual você se adapta melhor. Há mulheres que tiram com a mão e sai mais do que com auxílio de bombinhas. Se optar pela elétrica, saiba que ela é mais cara, mas você pode ser aluga da (busque na internet algum site que ofereça o serviço na sua região). Um cuidado especial: para não machucar o mamilo, nunca deixe que a pressão do acessório seja forte demais.


Banco de leite em casa
Comece a guardar o alimento do seu filho 15 dias antes de retornar ao trabalho. Isso vai deixar você mais tranquila. Lembre-se de guardar o leite em frascos de vidro e esterilizados (basta fervê-los por 10 minutos e deixar que sequem naturalmente sobre um pano de prato limpo). Na geladeira, pode ser guardado por, no máximo, 24 horas e no freezer, por 15 dias. Coloque etiquetas com a data do dia que retirou o leite para usar primeiro os frascos que estão por mais tempo. O melhor é retirar o leite excedente após as mamadas ou aguardar uma hora e meia depois que o bebê for amamentado, para dar tempo de encher as mamas novamente.


Mamadeira já?
Você tem receio de o seu filho não aceitar o leite na mamadeira ou no copinho? Não fique aflita! Para não aumentar a ansiedade das mães, alguns médicos acreditam que não é necessário esse "treino" antes de voltar ao trabalho. Afinal, na hora que bater a fome, o bebê vai mamar. Outro detalhe é que perto de você, ele vai preferir o peito e, provavelmente, vai recusar a mamadeira. Mas, se ficar mais tranquila de saber que ele pegou a mamadeira ou o leite no copinho, peça, então, para que uma outra pessoa faça isso por você uns dias antes do retorno ao trabalho. Pode ser a babá que vai ficar com ele, sua mãe, uma amiga. O importante é ele não notar sua presença naquele momento. Ele vai resmungar, mas é normal. Também não tenha medo de que ele irá desistir de mamar no seu peito porque está tomando a mamadeira ou copinho. Continue com a amamentação em casa nos horários em que estiver (a sucção do bebê é o melhor estímulo para a produção do leite), como pela manhã e ao chegar. Se ele estranhar um pouquinho, faz parte. E relaxe!

No trabalho...

Momento só seu
O ideal é você retirar o leite no trabalho mais ou menos nos mesmos horários em que ele mamaria. Mas, como a gente sabe que isso nem sempre é possível, escolha um momento mais tranquilo ou quando perceber que as mamas estão cheias. Procure um local agradável e sem muitas pessoas por perto. Lave as mãos, prenda os cabelos e evite falar enquanto tira o leite. Nessa hora, foque o pensamento no seu bebê, nos momentos gostosos em que estão juntos, nas risadas que ele dá para você. Vai fazer diferença!


Roupa adequada
Para facilitar o momento da retirada do leite, opte por blusas com abertura na frente. Você vai se sentir melhor. Deixe os vestidos e blusas mais fechados para usar em outros momentos.


Alimentação e hidratação
Não é porque você voltou ao trabalho que deve relaxar com a sua saúde. Muito pelo contrário. Para ajudar na produção de leite, você precisa tomar bastante líquido (deixe uma garrafa grande na sua mesa) e fazer um lanchinho no meio da manhã e da tarde. E um exercício diário (apesar de, claro, não ser nada fácil): não deixe o estresse do dia a dia contaminar esse momento da maternidade.


Como guardar
No trabalho, você vai precisar deixar esse leite armazenado em uma geladeira até o horário de ir embora. O ideal é que ele fique longe de alimentos que cheiram demais, como embutidos ou temperos. O leite materno adere aos cheiros e o bebê pode estranhar. Para transportá-lo para casa, coloque o frasco em uma bolsa térmica e depois transfira rapidamente para o freezer.

Artigo Revista Crescer

Como evitar que o seu leite seque

Esse foi um dos grandes medos em relação a amamentação, gostaria de compartilhar esse artigo da Revista Crescer.


Raquel Fernanda



Confira dicas para que a amamentação seja um sucesso

Você já sabe que a amamentação é importante para a saúde do bebê. Mas como garantir que o leite não seque antes do tempo? A enfermeira Ana Cristina Abrão responde.

Como evitar a secagem do leite?
Normalmente, o leite seca porque a criança não sugou o sei direito ou porque as mamadas foram espaçadas. Certifique-se de que o bebê está sugando o peito corretamente, ou seja, com vontade, e que o intervalo entre cada amamentação seja de, no máximo, três horas. Fuja das pílulas anticoncepcionais com estrógeno e progesterona e evite preocupações. Relaxe: deixar de produzir leite é raro.
É reversível?
Sim. Quanto mais você amamenta, mais leite produz. Portanto, aumente a frequência das mamadas se sentir que o volume do líquido está diminuindo. Outro conselho é não usar a mamadeira, pois ela dificulta a readaptação ao bico do seio. Se precisar de ajuda extra, siga a velha e boa cultura popular: beba muita água e coma alimentos derivados de milho. Apesar de não existirem estudos comprovando a eficácia desses procedimentos, observamos na prática que eles funcionam.

Artigo Revista Crescer

O leite materno, a fórmula infantil e o de vaca

Apesar de muita informação sobre o assunto, muita gente tem dúvidas sobre a importância do leite materno,  por isso estou postando uma máteria bem resumida da Revista Crescer que falo sobre o assunto.


Raquel Fernanda

Você já sabe que o aleitamento materno é o melhor alimento para o seu bebê. Agora, um estudo novo mostrou por que ele é melhor que a fórmula infantil. Segundo os pesquisadores da Universidade de Illinois (Estados Unidos), o leite materno induz a caminhos genéticos diferentes da fórmula, o que poderia, por exemplo, manter o aparelho digestivo do bebê mais protegido contra doenças. Mas, depois do período de amamentação exclusiva, você pode introduzir outro leite, e o melhor é a fórmula infantil, sim, até a criança ter um ano. Ela tem a quantidade certa de proteínas, gordura e nutrientes que o bebê precisa. O de vaca não tem necessariamente esses mesmos componentes e, em crianças com menos de um ano, são maiores as chances de provocar uma reação alérgica.
Fonte: Ricardo Lopes Pontes, pediatra da Casa de Saúde São José (RJ)

Artigo Revista Crescer
Se existe um tema do qual, quanto mais informações melhor, seria sobre amamentação, eu sobre muito no ínicio amamentando minha filha, por pura falta de informação, pesquisei sobre o assunto e hoje estou postando um artigo da Rede Brasileira de Banco de Leite Humano, se ficarem ainda dúvidas não deixe de procurar ajuda. Aqui em Recife existem alguns lugares que se pode ter apoio, eu tive o apoio da Uniame(Unidade de Aleitamento Materno Exclusivo), não deixe de amamentar por falta de ajuda e informação, muitas cidades oferecem apoio, é só pesquisar, até mesmo o pediatra é um grande aliado.


Raquel Fernanda








Como se preparar para amamentar?
A mulher se prepara para a amamentar ao mesmo tempo em que ela se prepara para a maternidade. A amamentação é um dos cuidados importantes para a mulher-mãe e seu bebê.
É muito importante que a mulher busque informações e também converse sobre amamentação com outras mulheres, com profissionais especializados em aleitamento materno e outras pessoas. Ela deve ficar atenta porque a experiência com a amamentação costuma ser diferente entre as mulheres, algumas passam por dificuldades iniciais, enquanto outras não encontram problemas.
A amamentação é muito influenciada pela condição emocional da mulher e pela sociedade em que ela vive. Por isso, o apoio do companheiro, da família, dos profissionais de saúde, enfim, de toda a sociedade é fundamental para que a amamentação ocorra sem complicações.
Todos devem se informar e tirar as dúvidas antes e durante a amamentação.

E o preparo dos seios?
Durante a gestação a natureza prepara o seio para a amamentação. Ocorrem modificações naturais (fisiológicas) no organismo da mulher desde a gestação, preparando para a fase da amamentação: as mamas ficam maiores, as aréolas (parte escura da mama) tornam-se mais escuras e resistentes pela ação dos hormônios.

O que fazer?
Se for possível exponha o seio ao sol da manhã (até 10 h) por 15 minutos e use sutiã confortável, preferindo o de algodão.

O que não fazer?
Não faça pressão sobre a mama para verificar se está saindo leite. Não utilize cremes e pomadas na parte escura da mama (aréola e mamilo).
 

O Leite Humano:

É a alimentação ideal para todas as crianças.
O leite humano por sua composição de nutrientes é considerado um alimento completo e suficiente para garantir o crescimento e desenvolvimento saudável do bebê durante os primeiros 2 anos de vida. É um alimento de fácil e rápida digestão, completamente assimilado pelo organismo infantil.

Mas o leite humano é muito mais do que isso...

Ele possui componentes e mecanismos capazes de proteger a criança de várias doenças.
É um simbiótico: uma fonte natural de lactobacilos, bífidobactérias e oligossacarídios.

Nenhum outro alimento oferece as características imunológicas do leite humano.
A mãe fornece ao filho componentes protetores, através da placenta e do seu leite, enquanto o sistema de defesa do bebê amadurece.

Além disso...

A amamentação favorece o vínculo mãe-filho e facilita o desenvolvimento emocional, cognitivo e do sistema nervoso.
O leite humano é um alimento inimitável devido a sua complexa composição e o único que pode ser oferecido direto de mãe para filho.

Por todos estes motivos...

A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que as crianças sejam alimentadas exclusivamente com leite materno nos primeiros seis meses de vida e que, a partir de então, a amamentação seja mantida por dois anos ou mais, juntamente com o uso de alimentos complementares adequados.

A Primeira Mamada:

Momento de afeto entre a mãe e o bebê que os ajuda a alcançarem a amamentação ótima.
É indicado que ainda na sala de parto, nos primeiros minutos das primeiras horas de vida, aconteça a primeira ida ao seio materno. É nesse momento com o contato pele a pele, o toque suave do corpo do bebê sobre o da mãe e em especial sobre o peito, estimulam na mulher a liberação de um hormônio (ocitocina) começando assim a descida do leite e também a contração uterina.
O leite nos primeiros dias pós-parto é chamado de colostro. Nele os fatores que protegem contra doenças estão em grande quantidade, funcionando como a primeira vacina para o bebê.

O bebê tem hora certa para mamar?
Nos primeiros dias o bebê mama freqüentemente. O intervalo entre as mamadas costuma ser curto e irregular, porque o bebê está se adaptando e ainda suga lentamente.
Com a continuação da amamentação, o bebê começa a sugar com maior eficiência, retirando maior volume de leite. Isso fará com que o bebê fique satisfeito por mais tempo e, conseqüentemente, o intervalo entre mamadas será maior, seguindo o ritmo de cada criança. Porque cada uma tem o seu próprio ritmo e por isso não devemos marcar o tempo de duração da mamada.
Aos poucos a mulher vai conhecendo o seu bebê e percebendo o seu ritmo. Algumas crianças mamam das duas mamas a cada refeição, outras ficam satisfeitas mamando somente de uma.

Então, podemos dizer que a amamentação deve ser em livre demanda.
Livre demanda: quando a amamentação segue o ritmo do bebê, sem se preocupar em seguir horário e duração pré-determinados.


Quando termina a mamada?
O bebê é quem marca o tempo da mamada. Então, cada mamada termina quando o bebê para espontaneamente de mamar e solta o seio materno.
É muito importante que o bebê esvazie uma das mamas porque o leite do final da mamada contém maior quantidade de gordura, fazendo o bebê ganhar peso e ficar satisfeito.
Assim, em cada mamada o bebê pode sugar somente um dos seios e ficar satisfeito ou pode precisar sugar o outro seio também.


O leite do começo é diferente do leite do final da mamada?
Quando a mamada começa, o leite é rico em proteína, lactose, vitamina, minerais, água e muitos fatores de proteção. No final da mamada o leite contém mais gordura e por isso fornece mais energia e permite que o bebê fique satisfeito
Por este motivo é importante que a mamada não seja interrompida, caso contrário o bebê pode mamar pouco do leite do final.


O que fazer quando a mulher está com muito leite?
Quando a mulher produz muito leite, pode acontecer de o bebê não conseguir mamar o leite com mais gordura e isso influencia no seu ganho de peso. Neste caso a mulher deve retirar um pouco do leite antes da mamada, possibilitando que seu bebê receba também o leite mais gordo, com mais energia e se desenvolva satisfatoriamente.
A mulher não deve deixar a mama muito cheia de leite (ingurgitadas) porque o leite parado dentro da mama pode “empedrar”. Sempre que a mulher perceber os seios pesados, doloridos ou com nódulos endurecidos, é necessário fazer massagem e retirar o leite, evitando a dor e o desconforto que o ingurgitamento costuma provocar.


Quando ocorre o ingurgitamento?
As mamas podem ficar endurecidas em torno do quarto dia pós-parto. É quando o leite desce em volume maior e o bebê não dá conta de mamar todo o leite produzido. É uma situação que perdura alguns dias onde a oferta (produção de leite) é maior do que a procura (necessidade do bebê) até que seja regularizada.
Nesse momento a mulher deve fazer massagem e retirar o excesso de leite, podendo doar o leite para o Banco de Leite Humano mais próximo de sua residência.

Durante o período de amamentação, quando houver aumento da produção de leite ou quando o bebê mamar menos do que o habitual pode ocorrer acúmulo de leite nas mamas. Por isso, é aconselhável que a mulher realize massagem e retire o leite sempre que perceber que a mama está ficando muito cheia e endurecida.
Sempre que a mulher não conseguir fazer a massagem e retirar o seu leite, ela precisa procurar ajuda em um Banco de Leite Humano, Salas de Amamentação, Unidades Básicas de Saúde ou com um profissional (médico, enfermeiro, fonoaudiólogo, nutricionista, etc.) capacitado para essa ajuda.


Como segurar o bebê para amamentar?
Na amamentação é muito importante a forma que o bebê suga o peito, a pega (como chamamos) deve ser na aréola e não no mamilo (bico do peito). Por isso o tamanho ou forma do mamilo não tem influência e quando a pega é feita com o bebê abocanhando a aréola, o leite sai com facilidade.

 Pega correta
Pega correta







Para ajudar ao bebê a ter uma pega correta, é importante o jeito como a mulher segura seu filho para amamentar.

O bebê precisa ficar de frente para ela (isto é, a barriga do bebê de frente para barriga da mãe) e também bem próximo ao peito. Para ficar próximo a mãe deve abraçar seu filho, envolve-lo com seus braços e sustenta-lo em seu colo e não em suas pernas.

Então, para facilitar ambos, mãe e filho, indicamos que seja colocado um travesseiro em cima das pernas da mãe onde ela poderá apoiar seu braço e ao mesmo tempo manter seu bebê ao colo e mamando.






A posição da mulher e do bebê na amamentação pode variar?
Sim, tanto a mulher quanto o bebê podem variar suas posições, mas é necessário que em qualquer posição o bebê esteja de frente para sua mãe (a barriga do bebê de frente para barriga da mãe), para favorecer que ele tenha uma pega correta.


A mulher pode estar sentada ou deitada;
A criança pode estar na posição mais tradicional ou em posição invertida;
Pode estar sentada em cavalinho ou deitada na cama com sua mãe.

O importante é que estejam confortáveis.


Como o leite humano é produzido?

Logo após o nascimento do bebê as mamas podem parecer vazias, mas estão produzindo o volume de leite que o bebê necessita. Após alguns dias, as mamas começam a ficar mais cheias, podendo ser necessário que a mulher retire um pouco do leite que está sobrando na mama.
Em geral, após as primeiras semanas, apesar de continuar a produzir o leite suficiente para o bebê, as mamas parecem menos cheias e ficam mais macias, parecidas como eram antes da gestação. Isto faz com que as mulheres pensem que não estão mais produzindo leite suficiente.
Mas estão produzindo sim. Nessa fase funciona a “lei da oferta e procura”: o leite é produzido de acordo com o que o bebê mama e a cada mamada.


Existe leite fraco?
Não. Toda mulher produz o leite adequado para o seu filho.

Fonte  site da Rede Brasileira de Banco de Leite Humano

A importância do ácido fólico na gravidez

Esse tão falado ácido fólico durante a gravidez, antes eu não sabia o  quanto ele é importante, pesquisando sobre o assunto achei essa máteria que fala de forma clara e abrangente sobre o tema. Boa leitura!


Raquel Fernanda


O suplemento, que é fundamental para o desenvolvimento do cérebro e para a formação da coluna do bebê, deve ser tomado antes mesmo de a mulher engravidar. Um novo estudo revela que o folato também reduz o risco de o bebê ter problemas no coração
 
Ana Paula Pontes

Shutterstock Uma das recomendações dos ginecologistas para as mulheres que pretendem engravidar é que elas tomem ácido fólico pelo menos três meses antes de engravidar - e continuem com o suplemento durante o primeiro trimestre da gravidez. O folato (ácido fólico), uma vitamina do complexo B, é fundamental para que a coluna do bebê se desenvolva corretamente, o que acontece nas primeiras quatro semanas de gestação, evitando defeitos do tubo neural, como falha no desenvolvimento do cérebro e medula espinhal. Agora, um estudo realizado pela Radboud University in Nijmegen, na Holanda, revelou que mulheres que tomaram o suplemento tinham 20% menos risco de ter filhos com problemas cardíacos congênitos.

Aguns alimentos, como vegetais de folhas verde-escuras, frutas e grãos (feijões), têm essa vitamina, mas a quantidade não é suficiente.

Pela importância do folato para o desenvolvimento do bebê no útero da mãe, pesquisadores da Ben-Gurion University of the Negev, em Israel, analisaram mais de 84 mil bebês, entre 1998 e 2007. O estudo revelou que determinados medicamentos são capazes de prejudicar a absorção da vitamina no organismo. Na lista estão alguns antibióticos, antiepiléticos, remédios para úlcera e colesterol.

Segundo Alexandre Pupo Nogueira, ginecologista e obstetra do Hospital Sírio-Libanês (SP), essa relação entre medicamentos e ácido fólico de fato acontece. Por isso é preciso avaliar o risco-benefício de tomar remédios na gravidez. Há ainda exames que a gestante pode fazer, se houver necessidade, para medir o nível de ácido fólico no sangue e, se for o caso, corrigir a dosagem a ser tomada. E vale lembrar: nenhum remédio deve ser tomado por conta própria durante a gestação.


Mais proteção

Nem sempre a gestação é programada, e isso faz com que as mulheres comecem a tomar a vitamina somente quando descobrem a gravidez. Outro estudo, da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, mostrou que, se o suplemento pudesse ser usado um ano antes ou mais, essa medida reduziria o risco de parto prematuro.

Os pesquisadores analisaram cerca de 35 mil grávidas matriculadas em um estudo para investigar síndrome de Down. Os resultados foram além do que eles imaginavam. Os dados segerem que aquelas que tomaram o suplemento de ácido fólico por um tempo maior tinham 70% menos risco de ter parto prematuro entre a 20a e 28a semana e 50% menos chance de o bebê nascer entre a 28a e a 32a. semana. Uma possível explicação é que o organismo da mulher desde os primeiros dias da gestação, e até mesmo antes de ela engravidar, influencie na duração da gravidez.

Outra sugestão dos médicos é que todas as mulheres em idade fértil tomem 400 mcg (microgramas) de ácido fólico todos os dias. Converse com seu médico sobre essa orientação.

Materia Revista Crescer

Tentando engravidar?

Engravidar não chega ser é uma tarefa tão simples, muita gente encontra dificuldades nesse processo, pesquisei algumas dicas para quem esta tentando engravidar, boa sorte, que Deus ilumine seu caminho.

Raquel Fernanda  


Tradução e adaptação de Samantha Melo

Ficar grávida não é fácil como nas novelas, a gente sabe. Claro, algumas mulheres de sorte não têm problemas para engravidar logo que decidem que estão prontas, mas, para a maioria, o processo pode ser lento, e isso pode nos afetar emocionalmente. Mas fique calma! Mesmo casais perfeitamente saudáveis e férteis só têm 25% de chance de conceber durante cada ciclo menstrual - e somente se os parceiros tiverem menos de 35 anos. Ou seja, ficar grávida pode dar algum trabalho.

E desde quando ter filho é fácil em algum momento? Mas ouvir o coraçãozinho do bebê batendo no ultrassom vale todo o esforço. Por isso, separamos algumas dicas para aumentar as suas chances de engravidar.

Em primeiro lugar, é importante saber o básico:

• Só por que o esperma pode sobreviver por até seis dias dentro do útero antes da ovulação não significa que ele irá conseguir. O mais comum é durar de 1 a 3 dias.

• A fertilização é possível até um dia após a ovulação. Um óvulo sobrevive entre 12 e 24 horas após ter sido liberado do ovário. Embora seja mais provável que o óvulo seja fertilizado por um espermatozóide que já está nas trompas, se o esperma entra no útero durante esse período, a fertilização pode ocorrer.

• Claro que você já ouviu falar que quanto mais relações sexuais você tiver, mais chances você tem de conceber, não? Na verdade, isso não é necessário - a sua melhor chance de engravidar é de 1 a 3 dias antes do início da ovulação, por isso tente nessa época, e faça uma pausa depois.

Para quem está tendo problemas para conceber, estar em sintonia com você e o corpo do seu parceiro é algo muito importante. As dicas abaixo podem dar uma mãozinha para aumentar a sua sorte.

Acostume-se a verificar o seu ciclo. A gente sabe que é meio chato, mas contar os dias do seu ciclo menstrual vai ajudar a descobrir quando você está mais fértil, mas somente se seu ciclo é regular. Se você tem um ciclo de 28 dias, o seu período fértil é entre os dias 12 e 16 (quando você ovular). Embora seja mais provável que você engravide entre os dias 9 e 15, é possível conceber logo no dia 6 ou mais tarde, como no dia 17.

Observe as mudanças na mucosa. Durante a ovulação, o muco cervical é mais escorregadio, molhado, e claro - similar à clara de ovo crua.

Mantenha-se com um peso saudável. Se você estiver com sobrepeso ou baixo peso, é realmente importante que você fique saudável. Exercícios físicos e uma alimentação correta podem otimizar a fertilidade - você pode até tentar uma dieta pré-gravidez especial.

Escolha uma posição sexual que facilite a penetração profunda. Quanto mais próximo o esperma ficar do muco cervical, maior a chance que tem de sobreviver à acidez da vagina.

O orgasmo durante o sexo. Orgasmos não apenas nos fazem sentir bem, eles ajudam muito na tarefa de engravidar. As secreções alcalinas em seu útero e vagina durante o orgasmo aumentam o auxílio à mobilidade do esperma, e as contrações uterinas ajudam o esperma a se mover em direção às trompas, especialmente se o seu orgasmo acontecer antes ou ao mesmo tempo do que o do seu parceiro.

Mantenha o pênis na vagina após a ejaculação. Espere até que ele fique macio para otimizar as suas chances de conceber.

Deite-se pelo menos por meia hora depois da relação. Por mais bobo que possa parecer, a gravidade vai trabalhar, e se você levantar-se, o esperma pode vazar para fora, sem atingir o muco cervical. Eleve os quadris com um travesseiro para garantir.


Evite (para os homens e o casal):

Ejacular de 2 a 3 dias antes do período fértil da parceira. Se o seu parceiro ejacular de 2 ou 3 dias antes do período fértil da sua parceira, isso vai aumentar o numero de espermatozóides para quando eles realmente forem necessários (quando sua parceira estiver ovulando) e melhorar suas chances de fertilização.

Usar lubrificantes. Mesmo se o lubrificante não for espermicida, ele ainda pode inibir a mobilidade do esperma. Basta evitar todos.

E lembre-se: Não fique frustrada se levar muito tempo para conceber - é perfeitamente normal. Valerá a pena a espera. E quem nunca ouviu falar que quanto mais difícil uma conquista, mais ficamos felizes quando chegamos lá?

Fonte: Babble
Revista Pais e Filhos

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Série de vídeos Bebê Mais

Bebê Mais

A Bebê Mais faz vídeos, CDs e DVDs para crianças em fase pré-escolar. Todos os nossos produtos visam ser uma ferramenta divertida e inovadora para os pais, adultos e professores usarem para estimular o enorme potencial dos bebês.
Os produtos contêm cenas reais e visualmente estimulantes de objetos, palavras, animais e brinquedos que representam o dia a dia dos pequenos.
As músicas que apresentamos são executadas em timbres desenvolvidos para os ouvidos dos bebês. Nosso repertório vai das melhores cantigas populares brasileiras às músicas clássicas de Bach, Beethoven, Mozart e Villa-Lobos, entre outros grandes compositores.
Nossos personagens são curiosos, aventureiros e muito amigáveis. Como os bebês, estão aprendendo sobre o mundo que os rodeia a toda hora.

Filosofia
Acreditamos que todo bebê tem potencial e curiosidade inesgotáveis. Através da divertida exposição das crianças à música, linguagem, arte e poesia, acreditamos que seja possível estimular a mente infantil.
Missão
Produzir vídeos, livros e CDs que ajudem a desenvolver os bebês nos campos intelectual, físico e emocional durante os primeiros 3 anos de vida. E que isto seja mais um ponto de partida para um relacionamento amoroso entre pais, adultos, educadores e as crianças.



Como assistir e ouvir

Você é parte essencial do processo de aprendizagem de seu filho. Bebê Mais foi cuidadosamente elaborado para que pais e filhos tenham momentos especiais de convivência.
O ponto de partida de Bebê Mais é a constatação de que os primeiros anos são decisivos para o desenvolvimento intelectual e emocional da criança. Assim, os vídeos trazem imagens e sons que estimulam a curiosidade e reforçam a alegria de conhecer o mundo que as rodeia. Essa viagem será ainda mais rica se você participar dela! É fácil - basta usar sua intuição e afeto!
Reserve um tempo, prepare um ambiente gostoso para você e seu filho: coloque-o ao seu lado e descreva tudo que está sendo visto e ouvido. Interaja! Lembre-se de usar frases simples e claras como: "Veja o trem!", "a bola é redonda", "olha o macaquinho" e assim por diante. Acompanhe as músicas, cantando e batendo palmas, e estimule a criança a fazer o mesmo.
Assistindo aos vídeos com seu filho, você está demonstrando interesse, participando intimamente de seu desenvolvimento e ajudando-o a crescer. Para você, será uma experiência inesquecível; para ele, momentos de amor e ternura que continuarão ecoando por toda a vida.

Fonte:Bebê Mais

Estou grávida e agora?

Quando você fica sabendo que está grávida, um turbilhão de sentimentos vem a tona, comigo foi algo inesperado, havia acabado de casar, e a gravidez ainda não estava nos meus planos no momento, fiquei sabendo que estava grávida dia 29 de Setembro de 2009 e com o passar dos dias fui acostumando com a ideia e pensei e agora? Eu não sabia praticamente nada sobre gestação e tudo que envolve.

Depois de comemorar a notícia temos que tomar algumas medidas importantes. Vou colocar algumas dicas para esclarecer e ajudar a sua organização. 



    * Se você ainda não possuir um plano de saúde, isso será muito útil nesse momento para quem puder.



    * Marque uma consulta com seu ginecologista de confiança, esse é um dos passos mais importantes, você terá que escolher alguém que você possa contar 24 horas por dia se precisar. O pré natal é essencial para uma gestação mais tranquila e segura . Ele dará dicas para o desenvolvimento seguro do seu bebê, irá pedir exames, enfim irá acompanhá-la mensalmente até o dia mais importante para você e seu bebê: o nascimento.  Além dos aspectos biológicos envolvidos como a prevenção de infecções, diabetes gestacional, hipertensão gestacional, dentre outras, a consulta de pré-natal é antes de tudo, um espaço para que a gestante possa expor suas dúvidas, suas angústias, medos, desejos e fantasias.



    * Cuidado com remédios e produtos de beleza. O seu obstetra e o dermatologista poderão indicar uma lista dos produtos liberados dos quais você poderá usar com segurança. Quando se está grávida devesse tomar muito cuidado em relação aos medicamentos , muitos remédios podem afetar o desenvolvimento do feto,e até levar ao aborto. Por isso muito cuidado, sempre consulte o seu médico antes de tomar qualquer tipo de medicamento, ou passar algum produto na sua pele ou nos cabelos.



    * Tire o cigarro de sua vida. Essa também será uma das exigências do médico.  Fumar durante a gravidez traz sérios riscos. Abortos espontâneos, nascimentos prematuros, bebês de baixo peso, mortes fetais e de recém-nascidos, complicações com a placenta e episódios de hemorragia (sangramento) ocorrem mais freqüentemente quando a mulher grávida fuma. A gestante que fuma apresenta mais complicações durante o parto e têm o dobro de chances de ter um bebê de menor peso e menor comprimento, comparando-se com a grávida que não fuma.



    * Esqueça as bebidas alcoólicas. Assim como o cigarro, bebida e gravidez definitivamente não combinam. O álcool na gravidez pode ser muito perigoso para a mamãe. Não existe uma dose limite pré-estabelecida para a ingestão do álcool pela gestante que não prejudique o bebê. O álcool é uma substância com livre passagem pela placenta e, portanto, livre passagem para o feto. O fígado do bebê que está em formação metaboliza o álcool duas vezes mais lentamente que o fígado da sua mãe, isto é, o álcool permanece por mais tempo no organismo do bebê do que da sua mamãe. A extensão do dano causado pelo álcool no feto está relacionada com a duração e quantidade da ingestão de álcool.



    * Peça orientação ao seu obstetra sobre exercícios dos quais você poderá praticar em cada fase da gestação.



    * Diminua a quantidade de café ingerida. Estudos mostram que café em excesso aumenta chances de aborto espontâneo.



    * Procure ter uma alimentação saudável.

E aproveite ao máximo esse nove meses, procuro dormir muito.E planejar todos os detalhes para a chegada do seu bebê com calma.Guarde fotos das ultrassom, mande gravar em um cd para ficar registrado esses momentos únicos e maravilhosos, faça um diário da gravidez, será legal daqui uns anos você ler e mostrar como foi a gravidez.



Bom era isso que gostaria de compartilhar
Que Deus ilumine sempre o seu caminho.

Raquel Fernanda

O bebê e o pai

Que o pai é importante isso não nem é necessário falar, mais qual realmente é o papel do pai na criação dos filhos? Qual o efeito da ausência? Algumas dúvidas surgem, pra ajudar a desmistificar o assunto, fiz uma breve síntese sobre o assunto, baseado em estudos na área da Psicologia.


O pai é importante.

Desde o início o pai é, sem dúvida, de enorme importância para o bebê indiretamente. Participando de algumas de suas ansiedades, ele poderá dar um bom apoio a mãe, que talvez esteja desorientada, não sabendo como lidar com uma situação difícil. 
À medida que se desenrola o primeiro ano de vida, o pai adquire crescente importância na vida da criança. Embora a mãe continue a ser o centro do mundo do bebê, alguns bebês parecem começar a tomar consciência do pai também.

A espécie de relacionamento que se forma entre o pai e o bebê nesses primeiros meses dependerá de vários fatores. Sem levar em consideração o próprio bebê. Vai depender do pai é claro, de suas possibilidades de estar em casa, e de sua facilidade em entrar em contato com o bebê. A esse respeito os homens variam enormemente, desde os descontraídos e capazes de gostar de cuidar do bebê até os muito tímidos e sem jeito com eles.

Alguns pais podem ter dificuldade em lidar com a situação e ter sentimentos confusos quanto à chegada do bebê. Alguns têm pontadas de ciúmes ao pensar que suas esposas já não os colocarão em primeiro plano, que terão que dividir a atenção com o bebê. Outro sentimento é o de rivalidade com a mãe, invejando-lhes o papel maternal.  Outros pais não conseguem ficar absorvidos pelo minúsculo bebê, acontece que em nossa sociedade alguns acham afeminado interessar-se demais por bebê, e então fingem falta de interesse.
Quando o pai entra em cena aos poucos e naturalmente, à medida que avança o primeiro ano, o bebê, habitualmente, já a partir do quinto mês reagirá a ele de modo muito especial, diferente da maneira como reage á mãe, e, com certeza muito diferente de como reage a outros adultos.  

A pesquisa científica sobre a ausência dos pais mostra claramente que o modo do pai encarar a disciplina e sua capacidade de ser, não apenas forte, mas afetuoso, são as causas de sua influencia sobre a personalidade em desenvolvimento de seu filho. A ideia geral é que o pai desempenha um papel importante no desenvolvimento da identificação sexual de seu filho e no despertar seu conceito do certo e do errado. Naturalmente, a ausência do pai também priva a criança de muitas experiências agradáveis.

Pesquisas efetuadas com os meninos cujos pais estiveram ausentes no primeiro ano de vida pareceram ter mais dificuldades de comportamento do que seria normal esperar. Pareciam ter mais dificuldade em estabelecer e conservar um bom relacionamento, não só com os adultos, mas co outras crianças.
Outros estudos mostraram uma relação, razoavelmente clara, entre a delinquencia infantil entre meninos e a ausência de uma figura adequada do pai na infância. Alias, o pai podia estar ausente ou presente, mas geralmente era fraco ou ineficiente. A presença de um pai fraco e que não assume responsabilidade com o filho, às vezes pode ser pior do que não ter pai.

Os pais têm muitos conhecimentos para transmitir aos filhos. Devem ensinar os valores.  O  relacionamento do pai com a mãe proporciona à criança a oportunidade de observar todos os aspectos do comportamento de um marido. Nas famílias em que o pai tem parte ativa na criação dos filhos, os meninos tendem a ajudar a tomar conta dos irmãos, agindo como representante dos pais quando há necessidade. Aliás, o filho olha com muita atenção a maneira como o pai reage à criança em si. O filho aprende a ser pai com seu próprio pai. Uma menina aprende como é um homem e como um pai procede. O que ele aprende sobre os homens lhe ajuda a desenvolver seu próprio  caráter de mulher, especialmente ao observar o pai ao lado de sua mãe.

Ao recordarmos as nossas experiências, somos sempre influenciados não só pelo que experimentamos nas relações com nossos pais, mas também pelo que faltou a esse relacionamento. Com isso podemos  ter consciência da importância da figura paterna sobre o desenvolvimento dos filhos.
 
Para mães sozinhas, aqui vão algumas dicas:
·         Programe um contato dos seus filhos com adultos do sexo oposto, como tio, avô etc., para que eles possam desenvolver uma identidade sexual saudável.

·         Ligue-se à família, aos amigos e a outras mães sozinhas, ou a grupos de apoio familiar. 

·         Se a programação da pensão não estiver dando certo, entre em contato com as autoridades competentes. 

·         Leia o máximo que puder sobre o assunto.    

      
      Espero ter ajudado, 

      Raquel Fernanda



 
                 








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