segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Educação dos filhos: uma tarefa difícil















Por: Sonia das Graças Oliveira Silva


 A quem diga que educar um filho nos dias de hoje é uma tarefa de Hércules. São muitas as alegrias, mas são tantos os conflitos e aflições ao assumir os papéis de pai e mãe que o casal, muitas vezes, entra em pânico.
 Muitas perguntas passam pelas cabeças dos pais, sentem-se inseguros, desorientados e não têm ainda definidos os seus papéis de educadores. A própria estrutura da família tem passado por alterações radicais, principalmente, no que se refere à distribuição de tarefas para o homem, para a mulher e para os filhos.

Um dos grandes problemas, bem visível na criação e educação dos filhos é a imposição de limites. Impor limites. Ter autoridade sem ser autoritário. A autoridade torna-se uma manifestação de amor e afeto quando exercida com equilíbrio. Ela transmite segurança. A criança não amará mais os pais porque lhe dá total liberdade, porque pode fazer o que bem entender. Ela perceberá a falta de estrutura e de segurança, sentindo-se menos protegida para a vida. É importante os pais perceberem que a criança precisa de liberdade, mas que por si só não tem condições de avaliar o que é melhor ou pior para ela mesma.
Educar é tarefa complexa. A cada nova etapa do desenvolvimento dos filhos há um novo desafio à criatividade e à flexibilidade dos pais, visto que deles é exigido mudanças de padrões de conduta e novos modos de atender os filhos em suas novas necessidades. É de vital importância os pais darem aos filhos a segurança do seu amor. É mais importante a qualidade do afeto que a quantidade de tempo disponível aos filhos.

A vida profissional dos pais nos dias atuais, apesar de suas elevadas exigências, pode ser ajustada a uma vida particular equilibrada. É necessário conceder tempo às crianças, para que sejam crianças. Muitos adultos sobrecarregam a agenda dos filhos como se fossem pequenos executivos. Horário para tudo: escola, balé, futebol, língua estrangeira, música, excesso de lições, outras atividades sociais, etc. E se esquecem que são, ainda, apenas crianças. Precisam brincar, partilhar, ter amigos, e, desse modo desenvolver a socialização, a convivência.
Os pais precisam transmitir valores aos filhos. Valores como respeito ao próximo, ética, cidadania, solidariedade, respeito ao meio ambiente, auto-estima, que levarão as crianças a serem adultos tranqüilos, carinhosos, flexíveis; adultos que sabem resolver problemas e são abertos ao diálogo e às mudanças do mundo.
 Os caminhos de nossa evolução pessoal são difíceis e tortuosos, deparamo-nos com muitas frustrações, adversidades e desilusões, mas, quando superamos as dificuldades surgem as alegrias e desenvolvemos a nossa auto confiança.
Não existem pais perfeitos, nem filhos perfeitos.
Educando, convive-se com muitos erros e muitos acertos.
 O importante é dar exemplos certos, coisa que só se consegue educando com o coração.

2 comentários:

  1. Raquel. Tens razão. Educar é sempre uma linha muito tênue. Trocar experiências é bom, porém, melhor mesmo é seguir o coração. Afinal, cada pessoa tem suas características e seus valores familiares. Vim do Clube das Mães e Pais Blogueiros. Muito bom contar aqui com mais esta experiência. Conta com a minha também. Beijos!

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  2. Olá Mamãezinha,

    Agradeço imensamente sua visita e seu comentário..

    Visitei seu blog tbm, e é lindo, parabéns!

    Volte Sempre viu?

    Forte abraço

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Olá, estou imensamente grata pela sua visita.
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Forte abraço,
Volte Sempre!

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